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sexta-feira, 30 de julho de 2010

Postagens

  


 Fala ae galera, to de volta ai com o blog fs live brasil, alguns estavam perguntando no chat se o blog tinha cabado, mais nao acabou nao, agradeço ai ao roger e ao bernardo pelas postagens, eu estava muito acupado esses dias ai e sem tempo pra postagens mais agora vai ser diferente, vou postar bastante..

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Arrow Air cessa suas operações em MIA


A Arrow Air encerrou suas operações após 57 anos voando sobre os céus da Flórida.

"Como muitas outras empresas em nossa indústria, a Arrow Air passou por perdas significantes como resultado do aumento dos custos operacionais e a queda nas receitas. A decisão de encerrar as operações regulares da empresa foi muito difícil", informou a Arrow Air em uma nota.

"Essa decisão não foi fácil e foi o último recurso após a companhia ter procurado exaustivamente outras opções, incluindo o financiamento da dívida ou a venda da empresa".

Entre outubro de 2009 e maio de 2010, a Arrow foi a empresa que mais transportou carga em MIA, representando 12,5% (em peso) de todo o tráfego. Entre janeiro e maio, o volume da Arrow cresceu 42% quando comparado ao resultado do ano passado.

Em abril a Arrow informou o estado da Flórida que iria cessar suas operações e demitir todos os 473 funcionários em MIA. Na época a empresa afirmou que estava à procura de investimentos externos.

Apesar da porta-voz Andi Salas ter afirmado que não sabia exatamente quantos funcionários da Arrow são baseados fora da Flórida, ela indicou que a grande maioria está em Miami. Contudo Salas recusou-se a comentar se a empresa irá declarar falência ou qual será o destino de seus ativos.


Aegean une-se a Star Alliance

Em cerimônia realizada em Atenas, na Grécia, a Aegean Airlines foi aceita na rede da Star Alliance como a 28ª companhia membro.

Theodore Vassilakis, presidente da Aegean Airlines, afirmou: "Aderir à Star Alliance é uma honra e uma grande oportunidade para a Aegean. A partir de hoje, nossos clientes vão desfrutar de reconhecimento, benefícios de lealdade e do serviço global de excelência pelo qual a Star Alliance é famosa. Ao mesmo tempo, surge no mapa uma "estrela", significando que os serviços e o acesso à Grécia foram significativamente melhorados."

A Aegean Airlines concluiu o processo de integração e upgrade dos sistemas no curto período de 12 meses, na sequência da sua admissão como futuro membro, em maio de 2009. Jaan Albrecht, CEO da Star Alliance, disse: "a Aegean acrescenta à família da aliança um patrimônio valioso de experiência e uma extensa rede de rotas domésticas e internacionais. A Grécia é um importante mercado de viagens para os membros da aliança e o qual o aeroporto de Atenas pode-se tornar um hub central com crescente tráfego de ligação. O terminal já tem um papel importante na região Sudeste da Europa e acreditamos que a adesão da Aegean à Star Alliance contribuirá para o seu desenvolvimento."

terça-feira, 25 de maio de 2010

Tam faz pintura especial em dois Airbus A319 da Ponte Aérea




Passageiros da ponte aérea Rio-São Paulo poderão, a partir do dia 24 de maio, reviver momentos que marcaram a história da TAM nas décadas de 70 e 90, em uma iniciativa inédita no setor. Batizado de Vintage, o projeto repaginará duas aeronaves com o objetivo de resgatar a memória e valorizar a cultura da empresa que nasceu no interior de São Paulo e se tornou a maior companhia aérea do País, presente em todos os Estados brasileiros e com forte atuação internacional. O Espírito de Servir e a Paixão por Voar, que fazem parte do DNA da TAM e são alicerces de seus valores, serão reforçados com atitudes, serviços e produtos que remetam ao passado.

O Vintage está inserido num projeto maior: a reforma e ampliação do Museu TAM, em São Carlos, no interior de São Paulo. Sonho dos irmãos Rolim e João Francisco Amaro, o espaço começou a ser concebido em 1993 e foi aberto, em caráter experimental, ao público em 2006 como um dos museus mais significativos do mundo e o maior mantido por uma empresa aérea na América Latina. Dois anos depois, em julho de 2008, veio a decisão reconstruí-lo, expandir sua área útil de 9,5 mil m² para 20 mil m² e torná-lo mais moderno e completo. A reabertura ao público ocorrerá no dia 13 de junho.

“O Museu TAM e o projeto Vintage são uma forma de resgatarmos o passado — não só o da companhia, mas o da aviação — para ajudar a construir e guiar nosso futuro. Nossa memória e nossos valores são o fundamento para a continuidade de uma história de desbravamento”, afirma Manoela Amaro, diretora de Marketing da TAM.

Desde o início, o tapete vermelho, a presença do comandante na porta da aeronave, a bala de boas-vindas a bordo, o sorriso dos funcionários e o respeito ao passageiro construíram a marca da TAM. “A simplicidade do ato de servir está em nossa essência e deve orientar nossa forma de pensar, agir e nos relacionar. Estamos reforçando nossa cultura com o projeto Vintage, e nosso passageiro vai poder experimentar isso. Vamos levar um pouco da experiência de nosso museu para o dia a dia da operação aérea”, diz Manoela.

O estilo vintage aparecerá tanto na pintura externa quanto no interior dos aviões, que será revestido com os mesmos padrões e texturas usados nos anos 70 e 90: carpetes, cortinas e poltronas serão idênticos aos dessas décadas. A tripulação usará uniformes de época, e haverá um serviço de bordo especialmente desenvolvido para o projeto.

“O movimento de resgate do passado deve ser reforçado no dia a dia para que todos continuem a reconhecer o que sempre fomos: apaixonados por servir e por deixar as pessoas mais felizes”, completa a diretora.

Duas aeronaves A319 receberão pinturas especiais. A primeira contará com o layout utilizado na década de 70, quando foram iniciadas as operações da companhia aérea regional. A segunda trará o layout da década de 90, momento de grande expansão da TAM e de reconhecimento de seus serviços de qualidade. Ambas vão operar exclusivamente as rotas de ida e volta entre Rio de Janeiro (Santos Dumont) e São Paulo (Congonhas), em todos os dias da semana.

O interior dos aviões será ambientado de acordo com os modelos originais, inclusive com tecidos idênticos aos utilizados no passado. O vídeo de segurança, exibido minutos antes da decolagem, foi produzido especialmente para as duas aeronaves Vintage. Emprega uma linguagem descontraída e elementos de época, como figurino dos atores, animações e locução, mantendo a seriedade que o tema segurança requer.

O serviço de bordo também foi personalizado para o projeto e será exclusivo para as duas aeronaves. As refeições serão servidas na famosa e clássica maleta da década de 70. Os copos exibirão logomarcas de época, e até mesmo o jornal de bordo fará uma viagem no tempo: nas páginas do Primeira Chamada, os passageiros poderão ler anúncios antigos. Comandantes, copilotos e comissários vestirão uniformes desenhados segundo o figurino da época.

O projeto é ainda uma forma de reconhecimento aos funcionários pela qualidade de atendimento que demonstram no dia a dia. A tripulação foi selecionada especialmente para a ocasião, formando uma equipe de elite que também terá como propósito treinar os novatos. “Além de trabalhar nos voos, essa equipe apresentará a nossos funcionários recém-chegados o nível de excelência em serviços que buscamos sempre oferecer a nossos clientes”, explica a diretora de Marketing.

Texto:
Avianção Brasil


by Bernardo Muniz

sábado, 22 de maio de 2010

Exame de proficiência linguística em inglês (ANAC)


Atenção, a escola EPA (Em Curitiba, aeroporto do Bacacheri – SBBI) irá realizar exame de profiência linguística. Segue comunicado da escola:

A EPA Training Center está em fase final de certificação, junto à ANAC, para aplicar o Exame de Proficiência Linguística ICAO (International Civil Aviation Organization). Em breve, será informada a data de início das atividades de aplicação do exame, aberto para todos os pilotos brasileiros, bem como o agendamento das avaliações.

A EPA Training Center será o único local credenciado no sul do Brasil.

Maiores informações ligue para 41 3356-3636.

Segundo informação que obtive, a tendência é que todas as provas de proficiência sejam pagas e realizadas nas escolas autorizadas pela ANAC.

Boa sorte!

ANACTelefone
Unidade Regional – Rio de Janeiro (SCD -8º andar).proficiencia.agendamento@anac.gov.br
ANAC – BRASÍLIA
Unidade Regional – São Paulo
Clique aqui para acessar os endereços da ANAC.
CENTROS DE TREINAMENTO CREDENCIADOS
TELEFONE
Academia da TAM(11) 5033-2118
SKYLINE(11) 4815-1984 e (11) 4815-2325
EFAI – Centro de Treinamento(31) 2122-7474 e-mail: proficiencia@efai.com.br’

França quer prisão para criador do Concorde por acidente que matou 113


A Promotoria francesa pediu nesta sexta-feira uma pena de dois anos de liberdade assistida para o criador do avião Concorde, Henri Perrier, além de uma multa de 175 mil euros (R$) para a companhia aérea Continental Airlines, no julgamento pelo acidente com o avião supersônico que matou 113 pessoas, em 2000.

O promotor Bernard Farret considerou a companhia aérea americana responsável pelo acidente, no último dia 25 de julho de 2000, perto do aeroporto Charles de Gaulle, em Paris.

A razão, segundo ele, é que um dos aviões da Continental perdeu uma placa de titânio na pista, o que afetou a decolagem do supersônico de propriedade da Air France.

O promotor pediu a condenação de Perrier, por não ter levado em conta erros na concepção do supersônico após incidentes anteriores envolvendo o avião.

A acusação pediu ainda penas de um ano e meio de liberdade assistida para dois dos funcionários da Continental, John Taylor e Stanley Ford --o primeiro por não ter fixado corretamente a lâmina que se desprendeu do avião, e o segundo, por ter validado o trabalho de Taylor.

Durante o julgamento, a Air France, como parte civil no caso, se apoiou nas conclusões das investigações oficiais dirigidas pelo Escritório de Investigação e Análise francês (BEA) e recuperadas pela acusação, segundo as quais a placa desprendida do Concorde provocou o acidente.

A placa destruiu um pneu do supersônico e seus restos perfuraram um dos depósitos do avião, que pegou fogo e danificou os motores deixando o aparelho fora de controle.

Os pilotos tentaram fazer uma aterrissagem de emergência no aeroporto de Le Bourget, também em Paris, mas o supersônico bateu contra o hotel Hotellissimo de Gonesse.

No acidente, morreram cem passageiros do avião, nove tripulantes e quatro pessoas que estavam no hotel.

Depois da catástrofe, a Air France paralisou provisoriamente o uso de seus supersônicos durante 15 meses. Eles voltaram a ser operados, mas foram definitivamente afastados de circulação em maio de 2003, por seus elevados custos.


Fonte: Folha Online

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u738794.shtml

sexta-feira, 21 de maio de 2010

SEM TEMPO

http://viajareparatodos.files.wordpress.com/2010/01/sem20tempo.gif



       Ai Pessoal, Eu Paulo Victor por motivos pessoais que nao vem ao caso, ficarei sem postar por algum tempo, Enquanto isso o Blog FS LIVE BR Estará sob total controle do moderador Bernardo.


Abraço a todos os simuleiros...

Breve estarei de volta...

domingo, 9 de maio de 2010

Azul inaugura primeiro simulador do Embraer 190


Em grande estilo, ao som de "Come Fly With Me" e com direito à "voo panorâmico" sobre o Rio de Janeiro, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras deu um passo que não se via no Brasil desde a antiga Varig: foi inaugurado, nesta quarta-feira, dia 5 de maio, em Azulville, sede da empresa em São Paulo, o novo simulador do Embraer 190 da empresa - na verdade, a Azul é a única empresa brasileira a ter seu próprio simulador e primeiracompanhia aérea no mundo a ter seu próprio simulador do Embraer 190.

O equipamento, do tipo Level D FFS (a categoria mais capaz e completa), foi fabricado nos Estados Unidos e teve um custo total US$ 20 milhões. Instalado em um antigo estúdio de TV, que foi amplamente modificado para o recebimento do equipamento (inclusive o nível do chão foi rebaixado para comportar a altura do simulador), o AzulSim, como foi oficialmente batizado por um dos tripulantes da empresa, visa atender as necessidades de treinamento e capacitação dos tripulantes da Azul, até pelo menos 2012, quando será necessário um segundo equipamento, segundo projeta o
VP Operacional da Azul, Miguel Dau.

David Neeleman, fundador da companhia, foi enfático ao dizer: "Nosso primeiro valor é a segurança. Sem isso, não temos nada", e o simulador é uma peça absolutamente fundamental no processo de formação dos pilotos, já que é capaz de gerar situações de emergência impossíveis de serem reproduzidas em uma aeronave real. "Inclusive, esse simulador é capaz de simular uma das situações de emergência mais desafiadoras, que é o incêndio na cabine", disse Gianfranco Beting , Diretor de Marketing da empresa e o "mestre de cerimônias" da inauguração.

O aparelho, que já estava em funcionamento desde dezembro, pode operar com até dois pilotos por sessão, 20 horas por dia, de segunda a segunda, como disse o Comandante Álvaro Neto, Diretor de Operações da empresa. Contudo, a urgência em treinar novos pilotos no Embraer 190 manteve o aparelho muito ocupado - tanto que só foi "inaugurado" oficialmente essa semana.

A Azul observou não só uma maneira de manter os níveis de treinamento de acordo com seus padrões e formar pilotos "em casa", mas também uma grande oportunidade de negócio: oferecer treinamento para tripulações de outras empresas. Tanto que o AzulSim já treina pilotos da Trip, da LAM Moçambique e da própria Embraer. "Estamos também em negociações com a FAB, para treinar os pilotos do GTE - Grupo de Transporte Especial, responsável por transportar os dignatários brasileiros no VC-2, um Embraer 190 modificado para transporte VIP", afirmou Beting.

No mesmo evento também foi apresentada a Universidade Azul, escola responsável pelo treinamento das tripulações que, além do simulador de voo, conta com um
mock-up do cockpit e da cabine de passageiros , com a finalidade de treinamento e estudo de procedimentos. Na Universidade Azul, sob comando de John Daly, ex-instrutor do Top Gun e instrutor da Azul, serão formados comissários, em cursos com duração de 45 dias e pilotos, que levarão entre três e quatro meses em instrução, antes de seguirem para voos em rota.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Pássaro colide com avião da Tam próximo a aeroporto em São Luis


Uma aeronave da TAM linhas áreas que saiu de Brasília, com escala em Fortaleza (CE) e destino final em São Luis (MA), colidiu com um pássaro na madrugada dessa terça-feira, segundo informações da assessoria de imprensa.

O incidente ocorreu enquanto o avião se aproximava do aeroporto da capital maranhense. De acordo com a TAM, a aeronave passou por manutenção e seguiu viagem às 8h27.
post by Bernardo Muniz

Emirates com pernoite cortesia em Dubai para passageiros que vão à Tóquio


A Emirates está oferecendo aos passageiros que voarem do Brasil a Tóquio, em Primeira Classe ou Classe Executiva, pernoite cortesia no Jumeirah Emirates Towers Hotel, em Dubai. Os passageiros da Primeira Classe têm direito a duas diárias gartuitas na escala em Dubai (na ida ou na volta), e os da Classe Executiva uma diária cortesia.


A companhia também oferece visto de 96 horas gratuito para os passageiros da nova rota com entrada em Dubai. O mesmo deve ser solicitado com até 15 dias úteis de antecedência para visasao@emirates.com.
A promoção é válida para vôos até 31 de maio de 2010 ( com reservas feitas até 15 de março de 2010), somente para bilhetes 100% online e obrigatoriamente de ida e volta


post by Bernardo Muniz

domingo, 18 de abril de 2010

Quando crescer, quero voar!


Por histórias, filmes e superpoderes, crianças entram no mundo mágico e, às vezes, escolhem a profissão


Nem sempre a escolha por uma profissão segue apenas a lógica que muitos adultos tentam impor às crianças e aos adolescentes: ganhar muito dinheiro. Fora a remuneração, muitas vezes, a definição do que "quero ser quando crescer..." vem a partir da identificação com personagens, histórias e "poderes" que nos são apresentados ainda na infância.

Como exemplo, eis os pilotos. Afinal, quem nunca ouviu, numa simples brincadeira que seja, uma criança revelar que pode voar e, assim, vestir-se de uma capa que deveria lhe dar poderes especiais? Foi justamente dessa forma que o tenente-aviador do Esquadrão Rumba, Igor Rocha, 29 anos, decidiu que voaria pelos ares do País, servindo à Aeronáutica. Quando criança, lembra, enquanto seus amigos revelavam que seriam médicos, advogados, ele simplesmente respondia: "sei voar e você não".

Conforme a psicóloga e Doutora em Educação, Veriana Colaço, professora da Universidade Federal do Ceará (UFC), a escolha profissional é um processo que ocorre ao longo da vida e passa por diferentes influências. Como cita, há os vínculos com os que exercem a profissão; a representação social que a profissão tem na cultura; o modo como acreditamos ser capazes de realizar atividades; as idealizações acerca do que significa; as expectativas de futuro; as pressões familiares e sociais; e, claro, as vivências que temos nas brincadeiras e fantasias infantis.

"Desde criança, queria muito ser aviador. Era um sonho de infância. Ninguém da minha família é, mas meus pais sempre me incentivaram muito, me levavam para ver aviões. Além disso, também assistia a muitos filmes, desenhos animados", recorda Igor Rocha.

Já o capitão-aviador cearense James Martins, de 33 anos, comenta que a decisão pela carreira veio da identificação com o "ser militar". De acordo com ele, a disciplina e a organização dos militares o encantaram quando era criança. Além disso, claro, as brincadeiras sempre envolviam os aviões.

Segundo Veriana, escolher a profissão não é apenas um ato, mas a construção, um exercício de vida. "Os super-heróis neste processo têm papel importante, na medida em que são percebidos como personagens idealizados, perfeitos e modelos. Neste sentido, as ações que realizam podem também ser as ideais".

Para a psicóloga, portanto, a carreira militar entra nesse contexto pois, no caso dos super-heróis, por serem percebidos como defensores e protetores da humanidade, podem ser relacionados com personagens e carreiras que socialmente representam a defesa das pessoas e da nação. "Assim são identificados os militares de um modo geral".

Prova disso é que, como destaca o pedagogo Fábio Soares, Coordenador das Turmas ITA/IME do Colégio Antares, a procura pela área é grande na escola. Como calcula, cerca de 60% dos alunos de 5º ano desejam entrar no Colégio Militar. No Ensino Médio, a procura é de 10% pela Escola Preparatória de Cadetes do Ar e pelo Colégio Naval.



CLUBE DE AVIAÇÃO
Sonho de ser aviador apenas no lazer

Para aqueles que a carreira militar não foi almejada ou possível, a continuidade do sonho pode ser dada, sim, nos momentos de lazer. No Estado, um exemplo de que os civis também podem voar é mantido pelo Catuleve - Clube de Aviação Desportiva. Às margens do Rio Catu, o local, que já existe há 25 anos, antes com o nome Aeroleve, reúne adultos, jovens e crianças que, mais do que aviadores, são eternos sonhadores e dão, literalmente, asas à imaginação.

Como define o presidente do clube, o industrial Ari Josino, 60 anos, a vontade de voar "é de todo mundo". Segundo ele, ao tentar explicar a paixão pelos ares que surgiu ainda na infância, uma possibilidade é que a inspiração tenha surgido a partir da observação do voo dos pássaros. "Às vezes, até sonhamos voando", compartilha Josino, comentado que acredita que todo mundo pensa, pelo menos uma vez na vida, em ser piloto.

O estudante Arnaldo César Gadelha é prova da "tese" de Josino. Com apenas 10 anos, o garoto já se decidiu pela carreira de piloto. Tanto que, como exalta seu pai, César Gadelha, o estudante não perde uma oportunidade de ir ao clube ou de ver a apresentação da "mágica" Esquadrilha da Fumaça. "Já fui ao aeroporto ver os aviões. Passei a gostar vendo televisão e por causa do meu pai. Meu irmão tem medo de voar, mas eu não", conta o menino.

Como defende Josino, "todo mundo que vê um avião fica com vontade". Alguns realizam o sonho, tornando-se profissionais. Outros encontram a realização no lazer. No entanto, independentemente da vocação, o presidente frisa que, para a prática da atividade, é preciso algo em comum com os aviadores da Aeronáutica: a disciplina. Como compara, qualquer pessoa que busque e tenha coragem de voar de ultraleve precisa seguir bem as normas e se manter bastante atento às instruções.


A opinião do especialista
Buscar o projeto de vida

ROSITA PARAGUASSÚ
Mestre em Psicologia e prof. da Unifor

A abordagem que nós professores de orientação de estágio da Unifor acreditamos concebe a orientação como um resultado, um desfecho, mesmo que por um tempo, de um processo que envolve o autoconhecimento, o conhecimento das profissões e a escolha. Pode-se dizer que toda a história de vida e valores aprendidos nas etapas do desenvolvimento, no contato com grupos humanos com os quais o participante interagiu influenciam nos processos de escolha, inclusive, de uma profissão.

Isso se dá quando o participante é adolescente e, nesta fase, encontra-se em formação de sua identidade, portanto, suscetível às influências. Quando adulto, esses aspectos estarão presentes. Outros relacionados com a vida atual aparecerão com mais força na tomada das decisões, por exemplo, na necessidade de trabalho, família etc. Em relação aos valores, força e poder, alguns buscarão atividades de trabalho que exercem o controle sobre os iguais. Porém, esses aspectos são expostos, questionados e analisados na fase do autoconhecimento.

Enfim, ponto marcante nesse trabalho de ajuda ao orientando sobre a escolha é sempre a oportunidade de ele se envolver consigo mesmo, descobrindo seus potenciais, definindo uma área de atuação no mundo do trabalho e, assim, construindo um projeto de vida que dê sentido à sua existência.

(Fonte Jornal Diário do Nordeste-Fortaleza-ce 18/4/2010 )

sábado, 17 de abril de 2010

Arrow Air pode encerrar operações


A empresa de carga Arrow Air notificou ao governo que poderá cessar suas operações e demitir seus 473 empregados na sua sede, no Aeroporto de Miami. Patrice Robinet, VP da empresa, disse ao Governo da Flórida que todos os funcionários foram avisados no dia 9 de abril de "possibilidade de encerrar permanentemente todas as operações e fechar os postos de trabalho". "O ambiente está simplesmente difícil. O combustível subiu e os yields despencaram", disse Robinet ao Business Journal. "A Arrow está passando por tempos difíceis e já olhamos para inúmeras oportunidades de reestruturação".

Um dia antes da notificação da Arrow, o Air Cargo News informou que outra empresa aérea de Miami, a Centurion Air Cargo, planeja uma oferta pelo Arrow. "Caso esse negócio tenha sucesso, a Centurion iria absorver a frota de MD-11F, DC-10F e Boeing 757 da Arrow, formando uma poderosa empresa de carga com um foco particular na América Latina", disse a Air Cargo News.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Helicóptero espanhol cai no Haiti com quatro militares a bordo

Um helicóptero espanhol caiu nesta sexta-feira de manhã próximo à fronteira com a República Dominicana, e os quatro militares que viajavam a bordo estão desaparecidos, disse a ONU, que falou de "enormes danos", à AFP.
Enquanto isso, o número dois da embaixada espanhola em Porto Príncipe, Juan Pedro Gómez, se negou a confirmar a morte dos quatro militares que viajavam no helicóptero, explicando que aguarda mais informações.


Fonte: Terra via AFP

terça-feira, 13 de abril de 2010

Parábens Fortaleza-Ce 284 Anos de história


Bem pessoal como vocês sabem eu sou residente de Fortaleza-CE e vim dar meus parábens e os parábens de todos do blog para nossa queria capital do ceará mais conheçida como a "a terra da luz" e sou testemunha de que é mesmo pois bem PARÁBENS FORTALEZA 284 ANOS!!!


(dedico a todos que moram ou admiram essa grande capital "minha casa de um lugar de onde eu nunca vou sair") xD

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Puma Air faz voo inaugural

Puma Air faz voo inaugural Boeing 737-300 da Puma decola de Guarulhos com destino a Belém e celebra o primeiro voo da companhia


A Puma Air Linhas Aéreas iniciou suas operações em Guarulhos (SP) no último domingo (11). A aeronave Boeing 737-300 decolou em seu voo inaugural às 15 horas, chegando à cidade de Belém às 18h30. A companhia aérea vai oferecer seis voos diários partindo de Belém (PA) com destino aos Aeroportos internacionais de Belém (PA) e Guarulhos (SP).
Houve uma breve cerimônia de batismo da aeronave pelo Corpo de Bombeiros, no aeroporto Governador André Franco Montoro, em Guarulhos, para marcar o início dos trabalhos da empresa no país. "Apostamos em horários diferenciados dos atuais praticados por outras concessionárias, em maior espaço entre os assentos e no serviço de bordo de alta qualidade para conquistar uma fatia do mercado de aviação nacional", ressaltou o presidente da companhia aérea, Gleison Gambogi. Um coquetel foi realizado, no Terraço Panorâmico do Aeroporto Internacional Val-de-Cans, em Belém, e reuniu autoridades, empresários e imprensa.
A Puma Air iniciará suas operações de caráter nacional com seis voos diários, utilizando Boeings 737-300, além de contar com lojas próprias nos aeroportos de Macapá, Belém e Guarulhos. Para os primeiros meses, as metas serão ousadas. "O projeto de expansão prevê incorporar mais três aeronaves Boeing 737-300 até meados de Junho, a contratação de mais 150 colaboradores e o transporte de um milhão de passageiros nos primeiros 12 meses", afirma Gleison Gambogi.

Fernando Fischer / Fonte: Folha do Turismo

domingo, 11 de abril de 2010

Eternamente 747


Há pouco mais de quarenta anos, um enorme jato azul e branco surgiu em meio à fria neblina que cobria o aeroporto de Londres Heathrow. Naquela tarde de 22 de janeiro de 1970, a imprensa cercava o velho terminal de tijolos vermelhos, câmeras e microfones nas mãos. A expectativa era enorme, ainda mais exacerbada pelo considerável atraso na chegada - de mais de seis horas, para ser mais preciso.

Por entre a úmida bruma que cobria Londres, finalmente foi possível divisar as potentes luzes de um jato começaram a aparecer. No solo, em meio aos Tridents, VC-10, Boeing 707 e DC-8 espalhados no aeroporto, os presentes puderam acompanhar quando lentamente formou-se a magnífica visão de um gigante em aproximação final para pouso. Uma visão e tanto: suas dezoito rodas penduradas, seus quatro enormes motores produzindo um som agudo, inconfundível, poderoso, diferente de todos os motores que giravam nos pátios e pistas de táxi do enorme aeroporto. Cruzando a cabeceira 09R, o gigante deixou atrás de si um rastro de condensação e, segundos depois, tocou suavemente na pista.

A magnífica visão foi completada minutos depois, quando o mamute cortou seus motores em frente ao terminal. Escadas, as maiores que jamis haviam sido empregadas, foram rebocadas e logo acopladas ao costado da aeronave, que pelo seu porte, mais parecia um transatlântico. Em segundos, as mais largas portas (capazes de receber duas pessoas simultaneamente) eram abertas. Através delas, comissárias trajando saias curtas em um tom profundo e vivo de azul, saudaram a multidão de reporteres.

Acabava de ser concluído o primeiro voo comercial da história a bordo de uma aeronave de fuselagem larga (Wide-body). A primazia coube à então maior, mais poderosa, mais rica e mais influente empresa aérea do mundo: a Pan American World Airways, ou simplesmente PanAm, como era conhecida e respeitada nos quatro cantos do globo.

Sorridentes, quase 400 passageiros desembarcaram extasiados. Eles coletivamente haviam inaugurado uma nova era na aviação comercial. Uma era que seria conhecida pela vitória do tamanho do gigante ante a pura velocidade de outra aeronave que debutava naquela época, o esguio Concorde. Nascia alí para a aviação comercial e, sem exageros, para a humanidade, a era das viagens intercontinentais em massa. Voar era agora, definitivamente, algo possível para as centenas de milhões que não faziam parte de uma seleta minoria de bem-afortunados. Voar para outro continente, a partir daquele dia, finalmente cabia no orçamento de centenas de milhões de famílias de classe média espalhadas ao redor do globo.

Esse ganho de escala só foi possível pela enorme produtividade e economia por assento/km que essa nova geração de aeronaves proporcionava. Da noite para o dia, as equações de retorno econômico sobre os investimentos foram profundamente alteradas - para melhor. A partir daquele instante, as dezenas de companhias aéreas que haviam encomendado o gigante podiam fazer as contas e esfregar as mãos: logo, elas estariam transportando todos os dias milhares de passageiros sobre os oceanos, cobrando menos pelas passagens e contando com margens de lucratividade muito maiores sobre um número significativa mairo de poltronas vendidas. Para algumas, foi uma verdadeira redenção; para outras, sobretudo na Ásia, o veículo certo para nascer, crescer e prosperar.

Você já sabe: estamos falando do único, insubstituível e carismático Jumbo, ou Boeing 747. Ele acaba de completar 40 anos de incontestável sucesso. Nada menos que 1.419 passaram pela linha de produção criada especialmente para ele em Everett, estado de Washington, noroeste dos Estados Unidos. Vendido então ao preço de 24 milhões de dólares em 1970, o Jumbo creceu em tamanho, sofisticação e preço. Daquele 747-100 da Pan Am ao mais moderno 747-400ER, o último modelo a ser produzido, o preço de aquisição passou de 24 milhões para algo em torno de US$ 260 milhões de verdes. Claro, é preciso compensar a inflação neste período.

Mas o fato é que nestas quatro décadas, toda companhia aérea de bandeira de peso
tinha que ter o 747 em sua frota. Flagship de companhias aéreas na Oceania, América Latina, África, enfim, de cinco dos seis continentes, o Jumbo era mais do que um colosso: era orgulho nacional dos países e suas empresas aéreas. É um 747 o Air Force One dos presidentes norte-americanos. É o 747-400 o jato do governo japonês, dos mais ricos potentados árabes, do Sultão de Brunei.

Ainda que em 2008 ele tenha sido definitivamente destronado pelo A380, maior, muito mais avançado, econômico, menos agressivo ao meio-ambiente, quem foi rei não perde a majestade. Aposto um boarding pass com você que 10 entre 10 fanáticos por aviação não trocam todos os avanços do A380 pela beleza, imponência, carisma e legado do velho e bom 747. Eu já vi os dois, lado a lado em solo. O 747 me chama muito mais atenção.

Recentemente, no dia 10 de novembro, o último 747-400ERF (s/n 37304) foi entregue à empresa kuwaitiana Load Air, e imediatamente levado ao deserto para ser estocado, aguardando dias melhores para a carga aérea. Este foi o Jumbo de nº 1.419 a passar pelas linhas de produção. Simplesmente nenhuma outra aeronave de fuselagem larga, da Boeing ou concorrentes (MD-11, DC-10, L-1011, A340, A330, 777, 767, etc.) chegou perto dessa marca. E nem deverá chegar tão cedo.

Vamos revisitar alguns números do gogante que falam por sí. Um 747-400 tem seis milhões de peças (metade delas, rebites), produzidas em nada menos que 34 países. Possui 274 km de cabos e 8 km de tubulações diversas. Tem 19,4m de altura, equivalente a um edifício de seis andares. Sua fuselagem tem uma chapa de apenas 5mm de espessura. Cada asa pesa 12.700 kg, ou dez vezes o peso do modelo original produzido pela Boeing, o "Model 1" de 1916. A frota de 747 voou o equivalente a 32 bilhões de km, o suficiente para ir e voltar à lua 42 mil vezes ou ir e voltar ao sol 200 vezes. Nada menos que 2.2 bilhões de pessoas voaram em um 747 (40% da população da Terra). Um 747-400 decola a 290 km/h, voa a 910 km/h e pousa a 260 km/h. Setenta e cinco mil desenhos foram necessários para o primeiro 747 decolar. O programa de ensaio de voo original usou cinco aeronaves, durou 10 meses e necessitou de 1.500 horas de voo. O peso da tinta que normalmente cobre um 747 é de 270 kg. Em voo de cruzeiro, o Jumbo consome 15 litros de combustível por milha voada. Com a capacidade de combustível de um 747, um carro de passeio comum poderia dar 60 voltas ao redor do mundo. A área de cabine de um 747 é de 400 metros quadrados. O recorde de passageiros em um 747 ocorreu em 24 de maio de 1991, quando um jato da El Al transportou 1.081 retirantes etíopes que fugiram de seu país. Ao chegar a Israel, havia 1.082 passageiros a bordo: um bebê nasceu dirante a viagem!

O fato é que o Boeing 747 ainda tem muita vida útil pela frente. Seja através das centenas que ainda seguem em serviço ativo, ou em sua nova versão, o 747-8, desenvolvida nos modelos de carga e passageiros. E, ainda que eles não sejam páreo para o novo "Rei dos Céus", o A380, a aviação e a humanidade muito devem ao simpático, bem sucedido e carismático 747. Salve majestade!



Imagem é tudo



Quanto vale uma imagem? Quanto custa o estudo, desenvolvimento, criação da identidade corporativa de uma empresa? Milhões de dólares. Sim, grandes corporações pagam, ou melhor, investem milhões de dólares para criar e implementar suas identidades corporativas.

Os exemplos são muitos. Para dar uma dimensão, a Varig investiu algo entre 6 e 8 milhões de dólares somente nas contas de criação e implantação cobradas pela Landor Associates, de San Francisco, uma empresa líder deste setor. SE os executivos da Varig concordaram em arcar com este custo, é porque eles sabiam que uma imagem corporativa forte é fundamental para o sucesso de qualquer empresa.

Ao mesmo tempo, companhias que negligenciam sua imagem, invariavelmente terminam mal, esquecidas ou negligenciadas pelo público. E embora desde pequenino eu naturalmente
sentisse isso, só quando adulto começei a entender os porquês desses dogmas do marketing. Um deles é: uma boa imagem não tem preço.

Não posso negar que a simpatia ou não por empresas aéreas (apenas para não divagar e não me distanciar de nosso tema principal aqui no Jetsite) me era incutida pela imagem corporativa, muito mais do que qualquer outro aspecto. Quando guri, me fascinavam os jatos coloridos da finada Transbrasil. Suas cores explosivas, contrastantes (algumas em combinações mais felizes que outras, é certo) me atraiam poderosamente. Esperava com ansiedade a chegada de cada jato colorido da TBA para me "livrar" daquele mar de mesmice que dominava os aeroportos dos anos 70, quando pela primeira vez me dei conta disso.

Não deixo de pensar que minha simpatia pela TBA e indiferença pela Vasp derivam de suas identidades corporativas. Convenhamos: as cores da Vasp, antes do trabalho magistral feito pela DPZ/SAO em 1985, eram de doer. Uma imagem envelhecida, ultrapassada, sem ousadia, personalidade e criatividade alguma, nunca contribuiu para que a Vasp fosse mais falada, comentada, ou mesmo amada por ninguém, salvo aqueles com laços profissionais junto à companhia.

Já os jatões coloridos da Transbrasil viravam pescoços, nem que fosse para comentar "Mas que cafona, um Boeing pintado de magenta!" Fosse como fosse, a chegada de um jato da TBA não passava desapercebida. O mesmo não ocorria com os anódinos 737-200 e 727-200 da Vasp, naquele padrão insosso empregado durante toda a década de 70, que definitivamente não somava.

Lembro quando a Cruzeiro adotou seu belíssimo padrão de pintura (por volta de 1975), o último que empregou, com o azul turqueza na deriva, a constelação estilizada em 5 quadrados, as duas faixas grossas descendo rumo à bequilha. Os 737 e 727 ficaram espetaculares nestas cores. O mesmo padrão foi depois aplicado ao A300 e a um único MD-80, com bons resultados.

Enquanto isso, a Varig permanecia em suas cores adotadas em 1955, quando da chegada do L-1049. Esse padrão permaneceria sem mudanças significativas até 1996, quando Fernando Pinto e a Landor acabaram com o Ícaro e reestilizaram a Rosa-dos-Ventos. Variguianos de carteirinha torceram o nariz quando viram o novo padrão, mas é inegável que a Pioneira precisava mesmo dar uma renovada em sua identidade. Bem, que a gente se apega às imagens das companhias, isso é inegável. Por exemplo, eu mesmo torci o nariz quando a Transbrasil adotou o padrão "arara louca" em 1997, substituindo o arco-íris geométrico lançado em 1978.

Ainda assim, este exemplo parece validar a média de idade que as identidades corporativas paracem aguentar: não mais que duas décadas. Claro, há exceções. A Delta Air Lines por exemplo, mudou de identidade três vezes em menos de 15 anos, em parte por ter passado por traumáticas crises e mudanças de direção. Até pouco tempo atrás, dava para ver vários aviões da companhia, lado a lado, com nada menos que quatro imagens distintas: a clássica ainda dos anos 70; a "Ron Allen"dos anos 90, a "Flag" e agora a última, com o distinto "Widget" renovado.

O que também leva a pensar que esta é outra razão pela qual companhias mudam de imagem: para sinalizar mudanças de controle, dono ou até mesmo de presidência. Para alguns executivos, a vaidade de mostrar uma nova imagem que reflita a "mudança de dono" parece irresistível. Exemplos não faltam - inclusive aqui no Brasil.

E tem mais um aspecto importante: o custo. Ficar mudando de identidade corporativa custa milhões e milhões para as companhias. A pintura de aeronaves e veículos; uniformes, impressos e fachadas acabam custando uma pequena fortuna, que se soma aos custos de criação e normatização da imagem corporativa.

O tema é riquíssimo, daria para escrever vários editoriais ou matérias falando sobre estes e outros muitos aspectos. Voltaremos a ele em breve.

Barreiras (BA) ganha montadora de aviões de pequeno porte

Já está funcionando no Hangar da Aero Centro, instalada no aeródromo da Associação Barreirense Aerodesportista (ABA) a montadora de aviões de pequeno porte que visa atender a necessidade de agricultores e empresários que buscam nesse tipo de transporte a agilidade e rapidez necessárias para percorrer longas distâncias, como é o caso da região Oeste da Bahia.


De propriedade do empresário Kleber Rangel, a Aero Centro, que por muitos anos manteve uma parceria com a fábrica de aeromodelos Paradise, atualmente decidiu montar seus próprios aviões. “Minha ligação com a fabricação de aviões de pequeno porte data do ano 2000 quando o empresário Noé Oliveira, trouxe para Barreiras um protótipo P1, aeronave de dois lugares da Paradise para que eu testasse e efetuasse a venda na região. Durante seis anos fui o responsável pela venda de todos os exemplares produzidos pela empresa”, comentou o empresário ressaltando que agora resolveu fazer o caminho inverso. “Enquanto a Paradise fabrica e exporta aeronaves prontas para os EUA e Austrália, a Aero Centro vai importar kits RVs dos EUA, fazer a montagem em Barreiras e efetuar a venda no mercado interno”, disse Rangel.

Sobre a confiabilidade desse material, Rangel enfatiza que já existe mais de 8 mil aeronaves voando no mundo e outras 24 mil em construção e que utilizam esses mesmos kits. “A Aero Centro adquire esses kits de uma empresa de renome internacional, especializada em produzir e vender kits para serem montados pelo próprio comprador”, comentou.

Natural de Vitória da Conquista, mas radicado em Barreiras desde o início da década de 80, o empresário criou uma estrutura de montagem e está trazendo para Barreiras técnicos da região Sudeste e Sul para produzir aeronaves em escala. “Importamos recentemente oito Kits sendo três de aeronaves RV10 (quatro lugares, totalmente em alumínio, velocidade de cruzeiro de 320 km/h) e cinco RV7 (dois lugares, aeronave esportiva acrobática, totalmente em alumínio, velocidade de cruzeiro de 320 km/h) que pretendemos dar início a montagem tão logo o material seja liberado no porto de Santos”, falou.

Segundo Rangel, dessas aeronaves que a Aero Centro vai começar a montar, seis já tem proprietários. “A demanda nacional por esse tipo de aeronave é muito grande. Muitos agricultores e empresários têm adquiridos aviões em função da agilidade e rapidez na locomoção de grandes distâncias. Com a necessidade de estar em vários lugares no mesmo dia, o avião deixou de ser considerado um objeto de luxo e sim um item fundamental no concorrido mundo dos negócios”.

De acordo com o empresário, quando a montadora entrar em plena escala de produção, o que deverá ocorrer a partir do próximo mês de junho, a meta é montar duas aeronave/mês. “Essa produção já poderia estar nesse ritmo, só que temos alguns gargalos de importação e exportação. Nossos portos e aeroportos não estão preparados para absorver a demanda crescente no setor”, disse.

Na visão do empresário, outro fator negativo que tem prejudicado a ampliação da montadora é quanto ao acesso do aeródromo. “Só para se ter uma idéia, o aeródromo da ABA é considerado o segundo do interior no Nordeste em número de pousos e decolagens particulares e o acesso até aqui está em péssimas condições e não condiz com a necessidade de Barreiras”.

Custo

Dois lugares custa na faixa de U$ 130 mil e de quatro lugares U$ 185 mil, na versão básica, mas dependendo dos opcionais escolhidos pelo cliente, o preço pode ser maior.

Aero Centro Brasil 2010

Entre os dias 3 e 6 de setembro, Luís Eduardo Magalhães vai receber o que há de melhor em termos de aviação civil, com a realização do primeiro Aero Centro Brasil 2010 (Feira Show). O lançamento do projeto aconteceu no dia 20 de março, no Hotel Solar Rio de Pedras, e contou com a presença de pilotos, hoteleiros e donos de restaurante do município.

A ideia é incluir a feira, a partir de 2011, no calendário oficial de eventos do município. A principal justificativa para a realização do evento é o grande déficit existente no país em relação a eventos deste tipo.

sábado, 10 de abril de 2010

Presidente da Polônia e mais 96 pessoas morrem em queda de avião na Rússia

Havia 88 membros de comitiva polonesa a bordo, segundo as autoridades.
Polônia convocará eleições presidenciais para substituir Lech Kaczynski.


O presidente da Polônia, Lech Kaczynski, morreu na queda de um avião neste sábado (10), na região do aeroporto de Smolensk, no oeste da Rússia, informou o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da Polônia, Piotr Paszkowski. Havia 97 pessoas a bordo, segundo as autoridades russas, e ninguém sobreviveu.

Não há ainda informações precisas sobre as circunstâncias da queda da aeronave, um Tupolev TU-154, que decolou de Varsóvia. As autoridades locais informam que o avião caiu cerca de 1,5 km do pouso, durante manobra de aproximação ao aeroporto de Smolensk. O acidente ocorreu às 10h50 locais (3h50 de Brasília).

Leia mais notícias sobre a morte de Lech Kaczynski

Um porta-voz do governo da Polônia informou que o país terá eleições presidenciais antecipadas, ainda sem data definida. Por enquanto, o governo foi assumido pelo presidente da Câmara Baixa do Parlamento, Bronislaw Komorowski.

Especialistas na Constituição da Polônia afirmam que a data da eleição deve ser anunciada num prazo de duas semanas, e que a votação deve ocorrer dois meses depois do anúncio.


Também estavam a bordo o comandante do Exército, general Franciszek Gagor, o presidente do Banco Nacional, Slawomir Skrzypek, e o vice-chanceler Andrzej Kremer, segundo a chancelaria. A primeira-dama, Maria, também morreu.

O Ministério de Emergência da Rússia disse que, entre os 96 mortos, 88 eram da delegação polonesa. O porta-voz da chancelaria polonesa disse que a comitiva era formada de 89 pessoas, mas uma delas não embarcou.

Kaczynski se dirigia à localidade russa de Katyn, para prestar homenagem aos milhares de oficiais poloneses executados em 1940 pelos serviços secretos soviéticos.

Os corpos das vítimas da tragédia serão levados a Moscou para serem identificados, declarou o primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, citado pelas agências russas.

(Incialmente, o governo russo havia informado a morte de 96 pessoas no acidente, mas depois corrigiu para 97)





sexta-feira, 9 de abril de 2010

ABSA Cargo compra dois Boeings por US$ 450 milhões

A ABSA Cargo Airline anunciou hoje a compra de duas aeronaves Boeing pelo valor de US$ 450 milhões. O primeiro modelo, 767-300F, entrará em operação no quarto trimestre de 2010 e reforçará as operações internacionais da companhia.




O segundo modelo, o primeiro 777-200F do país, estará na frota da empresa em meados de 2012. Alexandre Silva, gerente de vendas internacionais da ABSA, afirmou que três fatores motivaram o investimento. "Queremos continuar crescendo no mercado doméstico, onde já fazemos a rota Manaus-Guarulhos.


Além disso, temos a intenção de passar a atender mercados crescentes, como Europa e Ásia. Por fim, queremos acompanhar o crescimento da carga internacional nos países em que já atuamos", explicou.


Silva afirmou também que a empresa espera aumentar o volume interno de tranportes, que hoje é de 33% do total, com o aumento da venda de televisões por conta da Copa do Mundo da África do Sul. "O mercado de importação em Manaus, teve em março maior volume de carga da história, com 7,2 mil toneladas desembarcadas, em sua maioria LCD para montagem de televisões. A carga aérea doméstica que a Copa provoca vai aumentar a quantidade de transporte para outros centros", completou.


O executivo destacou que o volume de cargas aéreas dentro do Brasil só deve retomar os níveis anteriores à crise econômica em 2011. E o preço do frete, só deve chegar ao valor anterior, em 2014.